A PRODUÇÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE HISTÓRIA DA UEG – CAMPUS QUIRINÓPOLIS : UM ESTUDO DE CASO
Abstract
Na atualidade é cada vez mais crescente os números de publicações de periódicos científicos no Brasil. Isso se deve ao fato do aumento na oferta dos cursos superiores, de pós-graduação strictus sensus e, sobretudo, da fragmentação temática dos estudos nas mais diversas áreas. Evidentemente isso ocorre em um processo de mão dupla que leva
ao questionamento sobre a qualidade dos periódicos publicados e, sobretudo, no que tange ao processo de caracterização desses periódicos. Também, é importante frisar, que este aumento no número de periódicos deve-se também ao fato da migração dos meios impressos para os meios digitais, o que facilita a publicação científica. Antes de se ter o surgimento dos periódicos científicos, os folhetins e os jornais cotidianos eram o lugar
das publicações das invenções das técnicas e das diversas notícias científicas, isso levando em consideração o período desde a invenção da escrita até o século XVII. Até esse período, o conhecimento mais especializado, científico e técnico era realizado através de correspondências que eram enviadas entre cientistas e agremiações científicas. No Século XVII, no entanto, essas correspondências começam a ganhar um aspecto mais amplo e dão origem às publicações científicas que tem o seu foco em um público mais amplo, no entanto ainda mais específico, diferente do que era o público dos jornais e folhetins. O
periódico científico é, portanto, um espaço institucional da ciência, pois se consolida dentro dos aspectos das realizações científicas, dos experimentos e relações teóricas. Espaços institucionais podem ser compreendidos como

